terça-feira, 29 de dezembro de 2015

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Pesquisa para aprimoramento do Blog

Queridos internautas!

Considerando a importância de se aprimorar as postagens do Blog, formulei algumas perguntas e gostaria muito da sua participação!
Ao clicar no link abaixo, você será direcionado para a página da pesquisa. Você não gastará mais que 10 minutos para responde-las.

Grata pela colaboração!

Bjs.. Lu 

Clique aqui


terça-feira, 13 de outubro de 2015

Portifólio : Um instrumento de aprendizagem e avaliação


O portifólio é um instrumento de avaliação formativa que reúne um conjunto de registros de trabalhos, observações, resumos, reflexões, experiências e outras produções do indivíduo, em sua trajetória acadêmica ou profissional, de modo que por ele sejam identificada competências, habilidades e atitudes que  esse indivíduo demonstra ter desenvolvido e adquirido durante sua formação ou atividade profissional.
Danielson e Abrutyn (1997) distinguem três tipos de portifólio:
  • dos trabalhos
  • de apresentação ou melhores trabalhos
  • de avaliação
Portifólio de Trabalho – é uma coleção dos trabalhos, cujo propósito é servir como um arquivo das atividades do aluno, que poderão futuramente ser selecionadas para compor outro tipo de portifólio. Pode ser usado para diagnosticar as necessidades do aluno e reorientar o ensino, pois o aluno e o professor poderão conhecer os pontos fortes e fracos do processo de aprendizagem em relação aos objetivos alcançados. Ao elaborar o portifólio e avaliar seu conteúdo, o aluno torna-se mais reflexivo e auto-orientado. este portifólio estrutura-se em torno de um conteúdo específico e documenta o processo de aprendizagem do aluno em relação ao seu domínio de objetivos esperados, o que pode ajudar no redimensionamento do ensino.
O Portifólio de apresentação ou dos melhores trabalhos - contém os melhores trabalhos realizados pelo aluno, podendo incluir atividades extra-escolares ( ex: participação em concurso ou evento científico, trabalho voluntário em Instituições Sociais etc.) Como aprendiz o aluno seleciona o que acredita ser importante para sua aprendizagem, o que valoriza e deseja mostrar a outros.
O portifólio de Avaliação – documenta o processo de aprendizagem do aluno: seus comentários sobre pontos trabalhados de acordo com os objetivos curriculares.
O processo de elaboração deste tipo de portifólio envolve as seguintes ações:
  • indicação dos objetivos curriculares a serem focalizados no portifólio;
  • explicação sobre o uso das informações contidas no portifólio;
  • estebalecimento das tarefas avaliativas em relação aos objetivos curriculares;
  • definição de critérios de avaliação para cada atividade desenvolvida;
  • determinação do avaliador de portifólio: apenas professores?
  • tomada de decisões com base nas avaliações do portifólio;
  • implementação de mudanças necessárias no processo ensino-aprendizagem.
O Portifólio, em sua construção, requer um título e uma apresentação que sirva de orientação para o seu leitor sobre o que ocorrerá, com relação ao processo.
As linguagens e os materiais utilizados no portifólio são livres, desde que coerentes com seu conteúdo. O Portifólio pode ser elaborado e apresentado por meio de vários suportes como: em pastas variadas, em livros encadernados, Cdrom, fita de vídeo, em forma de revistas, jornais, sites, criações artísticas, dentre outros.
“Portifólios são autênticas janelas à aprendizagem e ao pensamento dos alunos, cenários para questionar e explorar as práticas de sala de aula, além de fontes fecundas para debates, estudos e pesquisas no campo da educação.”
Otília Maria barbosa Siffert ( SENAC nacional )

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Evolução Funcional de Professor na Prefeitura de SP

 
Conheça como o professor evolui na carreira
Os servidores do quadro de magistério da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo contam com diversas possibilidades de evolução na carreira. Ao total, são 13 referências de vencimentos, que vão do QPE-11 a QPE-23, e cinco graus de progressão para os educadores (A, B, C, D e E). Os integrantes que possuem formação em magistério ou ensino médio ingressam na categoria QPE-11 A, que possui uma remuneração de R$2.899,66, e os diplomas de ensino superior na QPE-14 A, R$3.502,67. Ambas as modalidades podem chegar à QPE-23 E, R$7.942,36, todas as referências são para 40 horas semanais de jornada especial e básica.
A carreira do magistério municipal de São Paulo é constituída de duas classes: a dos docentes e dos gestores educacionais. O professor pode acessar aos cargos de gestão educacional mediante concurso ou ainda exercer cargos vagos para os quais não haja candidatos legalmente habilitados, ou em substituição nas situações de impedimentos legais e temporários de titulares. Os cargos de gestores educacionais (QPE-24) são de coordenador pedagógico, diretor de escola e supervisor escolar e que podem chegar até R$8.458,61 para aqueles com uma carreira superior a 24 anos.
A evolução na carreira pode ocorrer por meio do ingresso do docente ao quadro da rede e da evolução funcional, que é o enquadramento em referências de vencimentos imediatamente superior, de acordo com os critérios de: tempo de efetivo exercício na carreira, títulos e a combinação de tempo e títulos. O tempo mínimo de permanência em cada categoria é de um ano, para os servidores que irão ingressar na rede, ainda será necessário o estagio probatório de três anos de efetivo exercício, para depois pedir a primeira evolução.
Para a evolução por meio dos títulos, eles podem ser tanto presenciais quanto à distância, graduação, mestrado, doutorado, especialização latu sensu com carga horária mínima de 360 horas, extensão universitária de 30 horas e aperfeiçoamento com 180 horas. A publicação de artigos, livros ou projetos também pode levar a progressão da carreira.

Matéria Publicada na Folha Dirigida em 27/03/2015

Clique aqui e acesse o link para conhecer o material do CONAE2


CLIQUE AQUI e acesse o link atualizado 2015

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Editando Vídeo no Movie Maker 2.6

Primeiramente você deverá importar um vídeo selecionando no menu Importar Vídeo como mostra a imagem abaixo.

Não esqueça de salvar projeto como antes do início!

Editar vídeo no movie maker

Ao abrir a janela do programa selecione a pasta em que se encontra salvo o  vídeo que deseja editar e clique em importar.



Aguarde em quanto o vídeo está sendo importado.


Caso seu vídeo apareça fragmentado, selecione todas as partes e utilizando o mouse, clique com o botão direito e escolha a opção combinar.

Dica: Para selecionar todos os slides, selecione o primeiro slide e  mantenha apertada a tecla ( shift  ↑ ) ,  utilizando a barra de rolagem selecione o último.



Todas as partes estarão em uma só de maneira que seu vídeo fique completo.










  <    Selecione o vídeo 




Clique em executar para começar a
 fazer suas edições     >

Pause para cortar ( dividir ) ou para capturar a imagem.  >
















Agora escolha a opção desejada: dividir clipe ou capturar suas imagens

                                                                                                                   Dividir   Capturar


Capturando Imagens


Após os procedimentos de executar e pausar no local desejado. Clique no botão de capturar como mostra a imagem a cima. Logo após abrirá a janela de locais. Escolha o local desejado e salve suas fotos.





Note que as capturas irão sendo salvas em suas coleções.



Dividir clipes 

Utilizando os mesmos procedimentos de executar e pausar selecione o botão de dividir clipes.




O clipe será dividido em duas partes ou mais de acordo com a seleção realizada.







Você poderá editar da maneira que quiser dentro do tempo que desejar.
Para isso, utilize a parte de edição no Storyboard.


terça-feira, 6 de outubro de 2015

Mídias e Tecnologia na Educação


Vivemos em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as mídias e as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração digital que está nos bancos escolares. As diversas mídias e tecnologias podem e devem ser utilizadas para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares. Porém é importante ressaltar que só vale levar as mídias e a tecnologia para a sala de aula se elas estiverem a serviço dos conteúdos.
Prática Pedagógica
A prática pedagógica que utiliza as mídias e a tecnologia de forma planejada permite que o aluno desenvolva a autonomia ( tão fundamental no nosso mundo cada vez mais disputado), o acesso à informação e o desenvolvimento de competências de análise e reflexão, além da organização do pensamento.
A mídia como ferramenta  de apoio no ensino-aprendizagem
A mídia participa em grande medida da formação das pessoas, principalmente dos jovens e é por isso  que o uso dos meios de comunicação como ferramenta de apoio ao processo de ensino-aprendizagem já faz parte da rotina de milhares de professores e alunos.
“Os meios de comunicação audivisuais- desempenham, indiretamente, um papel educacional relevante. Passam-nos continuamente informações, interpretadas; monstram-nos linguagens coloquiais e multimídia e privilegiam alguns valores em detrimento de outros.”
(José manuel Moran)
Em suma, tornar aulas mais dinâmicas, utilizando recursos simples como: a internet, os filmes, vídeos (documentários, programas de televisão), jornais e revistas (notícias atuais), facilitam a aprendizagem, pois envolvem elementos do cotidiano dos alunos e faz com que a aprendizagem seja mais significativa e prazerosa.
Veja a seguir algumas mídias a serem trabalhadas no processo de enino-aprendizagem. 
Mídia Escrita
Livros, revistas, jornais, apostilas…
Os livros e as apostilas são a tecnologia dominante na educação ainda hoje em dia. Vale ressaltar que o livro enquanto objeto de produção e compreensão do conhecimento, ainda será insubstituível por bastante tempo. Primeiro porque nem todas as pessoas têm acesso às tecnologias de ponta, segundo por uma questão cultural.
As Revistas semanais abordam assuntos diversos, além de temas da atuailidade, saber utilizar de forma crítica as revistas em sala de aula, estimula a leitura, o senso crítico e a cultura do aluno.

Proposta de Atividade
Solicitar aos alunos que escolham uma reportagem ou matéria, leiam e façam uma resenha crítica acerca do tema lido.

Os Jornais auxilia na aquisição da linguagem, na ampliação do vocabulário, na capacidade de analisar discursos e na própria inserção do aluno, como cidadão na sociedade, além de predispô-lo favoralvelmente à leitura de livros. Também possibilita contextualizar notícias e temas do dia a dia na sala de aula.
Por ser uma fonte primária de informações, espelha muitos valores e se torna um instrumento importante para o leitor se situar e se inserir na vida social e profissional. Como apresenta uma infinidade de conteúdos preenche plenamente seu papel de objeto de comunicação. Mas não só, como os pontos de vista costumam ser diferentes e mesmo conflitantes, ele leva ao aluno a conhecer diferentes posturas, frente ao fato, a tomar posições fundamentadas e a aprender a respeitar os diferentes pontos de vista, necessários ao pluralismo numa sociedade democrática.
Na formação geral do estudante, a leitura crítica do jornal aumenta sua cultura e desenvolve suas capacidades intelectuais.
Mídia Audiovisual
 Os textos audivisuais são fontes de informação e produção de novos conhecimentos, sua presença no dia a dia dos individuos é um dos traços culturais mais fortes do século XX.
Televisão é  sem dúvida a mais poderosa, a mais influente sobre a população de um  modo geral. Cabe a familia e aos professores orientarem as crianças e jovens sobre a qualidade dos programas existentes na TV, fazendo com que se atente para uma leitura crítica sobre os mesmos. ( Filtrar ou sensurar cabe aos pais e professores).
Proposta de Atividade
Assistir a um filme temático ou documentário
Escolha e seleção do filme Com base no interesse mútuo alunos e professor e de acordo com temas curriculares
Planejamento Antes da exibição, estime o tempo, conheça a temática, o enredo e as questões que será proposta para o debate.
Exibição O fundamental que o educador motive seus alunos a refletirem sobre o titulo, analise seus aspectos, ficha técnica, qualidade da imagem, do som e interpretação.
Focalizar os destaques que se pretende enfatizar.
Debate Um bom mediador não monopoliza o debate. Ao invés de impor suas idéias procura trazer a luz a idéia aos alunos e contribuir com o grupo.

Ferramantas de Interação e Mediação
Começamos  por falar em mediação pedagógica em ambientes virtuais de aprendizagem, e também fora dele, pois é um novo estilo de aprendizagem que se apresenta, possibilitando ao educando autoria, participação, manipulação, co-autoria, acesso a variadas informações, emfim, autonomia, facilitando permutas, associações e (re)formulações do conhecimento compartilhado. A partir de agora falaremos sobre o uso de duas ferramentas importantes de interação e mediação: o chat e o fórum de discussão.
Chat – é uma ferramenta de interação coletiva síncrona, que propicia a interatividade entre aluno-aluno e aluno-professor, estabelecendo a convivência com a diversidade de idéias, o diálogo, o respeito, o saber ouvir, o incentivo e a colaboração com os colegas.
Pelo seu caráter sincrônico, o chat é uma oportunidade en que os participantes são convidados a expressar suas idéias e associações de forma livre, sem preocupação excessiva com a precisão das suas opiniões ou conceitos emitidos. Além disso pressupõe uma atmosfera informal, agradável e amigável que proporcione e incentive a participação de todos de uma forma aberta e confiante.
Dessa forma, esta ferramenta possibilita ao professor conhecer as manifestações espontâneas dos participantes sobre determinados assuntos ou tema em estudo, possibilita também motivar o grupo para um assunto e para a participação no curso  de uma forma geral e criar um ambiente de liberdade de expressão.
Por potencializar a socialização on line, o chat promove sentimentos de peertencimento, vínculos afetivos e interatividade e permite discussões colaborativas, que estreitam laços e impulsionam a aprendizagem. Estas características fazem do chat uma poderosa ferramenta para o desenvolvimento de comunidades de aprendizagem.
Na prática, esta atividade significa que o professor estará interagindo simultaneamente on line com um grupo de alunos do curso, discutindo questões e assuntos relacionados a vários aspectos do curso e/ou da uinidade em estudo.
Outra possibilidade é a atividade ser organizada e dirigida por um ou mais grupos de alunos, sem a participação do professor, conforme as necessidades das atividades em andamento no curso.
Gerenciando o Chat
O professor deve agendar o chat com antecedência, estabelecendo o assunto a ser debatido, e incentivando os alunos no sentido de que todos se preparem previamente.
Da mesma forma o professor deve se preparar para o gerenciamento do chat, selecionando possíveis tópicos e questões de interesse para o grupo, antecipando possíveis dúvidas ou problemas que possam vir a ser colocados em discussão pelo grupo.
Como em uma sala de aula, o professor deve preferencialmente estar presente no ambiente virtual no começo do encontro para cumprimentá-los e iniciar o bate- papo.
Por envolver muitos participantes e pelo fato das contribuições dos participantes acontecerem de forma contínua e rápida, o professor deverá estar atento para poder orientar a atividade de forma adequada, respondendo as questões colocadas pelos participantes de forma clara e facilitando a comunicação entre os participantes, sem, contudo, entrar à todo momento nas manifestações.
O debate síncrono é uma aula em que todos deverão ter o compromisso com a organização e a qualidade do conhecimento produzido.
Mesmo nas abordagens colaborativas e cooperativas, o professor deve exercer sua liderança natural, intervindo na dinâmica, tendo o cuidado de não tirar espaço dos alunos.
Sugestão de Dinâmica
Uma parte da turma fica observando a discussão dos demais alunos, e depois os primeiros façam um relato crítico, destacando pontos que foram bem explorados, outros que foram sustentados, tipo de argumentação, entre outras questões.
Outra Sugestão
Outra sugestão é trabalhar com o registro do chat, após o seu término. Isto possibilita identificar dificuldades e pontos de interesse, aprofundar questões levantadas, elaborar outros textos, emfim, dar continuidade àquilo que é momentâneo.
Fórum de Discussão
É uma ferramenta de interação coletiva assíncrona.
Seu objetivo é propiciar uma discussão que aprofunde os conhecimentos, as informações ou experiências para além da mera exposição de opiniões, de tal forma que o resultado final dessa prática seja qualitativamente superior às idéias originais. assim sendo, propicia o debate/discussão de questões relacionadas ao tema abordado. Possibilita a troca de experiências, reflexões entre professores e alunos, e também dos alunos entre si.
Sugestão
Pode-se organizar um único grupo de discussão ou pode-se simultaneamente dividir o assunto en vários tópicos e definir grupos menores de discussão, que trabalharão paralelamente em espaços próprios.
Um único grupo de discussão tem a vantagem de promover uma discussão geral sobre tópicos do curso; a discussão em pequenos grupos favorece e dá apoio ao trabalho colaborativo em equipe.
Gerenciando o Fórum
É necessário escolher os conteúdos que melhor se prestam às construções cooperativas, estando atento para aquilo que motiva a turma.
Exige-se um tempo maior para ser produtiva e significativa para os participantes, tempo este suficiente para que se estabeleçam os contatos entre os participantes, para que a discussão se desenvolva e para que as conclusões sejam abordadas.
O professor deve estimular e orientar as discussões, mas também manter certo distanciamento, para não intervir demasiadamente nos processos individuais e coletivos da turma.
O debate deve ser uma ação de reflexão contínua e não somente de perguntas a serem respondidas pelo professor e vice-versa.
Desejável que se estimule e proporcione também uma participação igualitária ente os integrantes do grupo. Cabe ao professor, atenção para o momento de intervir e o momento de calar, deixando a turma seguir seu próprio ritmo e dinâmica.
O professor deverá ainda:
  • Focar a inclusão de todos
  • valorizar a participação
  • oportunizar a convivência de opiniões divergentes
  • incluir comentários abertos
  • perguntas interessantes
Exemplos:
O que vocês acham de…
Qual a visão que vocês tem de…
Quais seriam outras possibilidades para se entender… etc.

Veja nos quadros abaixo as vantagens e desvantagens de cada uma dessas ferramentas de mediação:

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Regras de Netqueta
A boa etiqueta não se aplica ao mundo real. Afinal de contas, no ciberespaço estamos a lidar com pessoas reais e por isso é muito importante ter em conta algumas regras de boas maneiras.
1 – No Chat – Não Grite!
=> Não escreva tudo com letras maiúsculas porque isso é considerado gritar!
=> Utilize as letras maiúsculas para dar mais destaque a palavra ou a uma frase.
=> Tente não fazer isso constantemente, para não cansar as pessoas. Um texto em maiúsculas é mais difícil de ler.
2 – Saudações
=> Não caia na tentação de dar as boas vindas a todos os utilizadores que entram no canal para que a conversa não se resuma às saudações.
3 – Respeite os Tópicos
=> Cada canal dedica-se normalmente a um tema e não seria bem educado tratar sobre outros assuntos. Evite divulgação de informações de caráter comercial.
=> Quando entrar em um canal, observe durante algum tempo a conversa, antes de participar, para dar conta do assunto da conversa.
4- Evite os textos grandes
=> Seja claro, breve e objetivo
=> Evite copiar para canal grandes quantidades de texto ou desenhos porque desta forma você estará “ poluindo” o espaço e poderá interromper a conversa dos utilizadores.
=> Quando fizer referências a outros textos, não esqueça de incluir as fontes dos mesmos e de respeitar os acordos de “copyrigth” e licenciamento. A legislação de direito autoral também se aplica à internet.
5- Evite as repetições
=> Por vezes as perguntas postadas nos canais ficam sem resposta, sobretudo se o canal estiver muito “animado”. Quando isso acontecer, evite repetir a sua perguinta constantemente. A repetição pode ser considerada uma ato de provocação.

Fonte: Regras de Netqueta – SENAC  - material Integrante do Curso de pós-Graduação em Educação a Distância.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Bibliografia do Concurso de Professor de Ed. Infantil da Prefeitura Municipal de SP - 2015 ATUALIZADA

Publicações Institucionais
Clique nos links abaixo


BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Ensino fundamental de 9 anos: orientações para a inclusão da criança de 6 anos de idade. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2007.


BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. Acessibilidade arquitetônica.In: BRASIL. Ministério da Educação. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: MEC/SEESP, 2007. p. 105-108. (doc.íntegra)


BRASIL. Ministério da Educação. SEESP. Inclusão escolar de alunos cegos e com baixa visão. In: Atendimento educacional especializado: deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2007. p. 13 -27. (doc.íntegra)

CARVALHO, Marília Pinto de. O Fracasso escolar de meninos e meninas: articulações entre gênero e cor/ raça. In: PISCITELLI, Adriana; MELO Hildete Pereira de; MALUF, Sonia W. ; PUGA, Vera Lúcia (Org.). Olhares feministas. Brasília: Ministério da Educação: UNESCO, 2009. (doc.íntegra)


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação - Diretoria de Orientação Técnica. Referencial sobre avaliação da aprendizagem na área da deficiência intelectual. São Paulo: SME/DOT, 2008. p. 10-27. (doc.íntegra)


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação de São Paulo. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações Curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem do Ensino Fundamental - Ciclo I. São Paulo: SME/DOT, 2007.


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Matrizes de referência para a avaliação do rendimento escolar. São Paulo: SME/ DOT, 2007.


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Referencial sobre avaliação da aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais. São Paulo: SME /DOT: 2007. p. 16-56. (doc.íntegra)


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem para a educação infantil e ensino fundamental: libras. São Paulo: SME/ DOT, 2008. p. 14-17. item 1.1.2 (doc.íntegra) SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares: expectativas de aprendizagem para educação étnico-racial. São Paulo: SME/ DOT, 2008.



SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Educação: fazer e aprender na cidade de São Paulo. São Paulo: Fundação Padre Anchieta, 2008. (pag.1 a 15) (pag 16 a 71) (pag.72 a 117) (pag.118 a 151) (pag. 152 a 240)


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares: expectativas de aprendizagem para educação de jovens e adultos EJA. São Paulo: SME/DOT, 2007.


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Orientações didáticas: alfabetização e letramento - EJA e MOVA. São Paulo: SME/DOT, 2008.



SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Projeto toda força ao 1º ano: contemplando as especificidades dos alunos surdos. São Paulo: SME/DOT, 2007. p. 12-29. (doc.íntegra)


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Caderno de orientações didáticas ler e escrever: tecnologias na educação. São Paulo: SME/ DOT, 2007.


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Orientações curriculares: expectativas de aprendizagens e orientações didáticas para a Educação Infantil São Paulo: SME/DOT, 2007.


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. As Mídias no universo infantil: um diálogo possível. São Paulo: SME/DOT, 2008.


SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Manual de Brincadeiras. São Paulo: SME/ DOT Educação Infantil, 2006.

SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Diretoria de Orientação Técnica. Reorganização da EJA: Educação de Jovens e Adultos da rede municipal de educação de São Paulo. São Paulo: SME/DOT/EJA, 2008.



2. Legislação

LegislaçãoFederal


Constituição da República Federativa do Brasil – promulgada em 5 de outubro de 1988, Artigos 5°, 37 ao 41, 205 ao 214, 227 ao 229.


Lei Federal n.° 8.069, de 13/07/90 - Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, Artigos 53 a 59 e 136 a 137.

Lei Federal n.° 9.394, de 20/12/96 - Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional.


Lei Federal 10.436, de 24/04/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS.

Lei Federal nº 11.114, de 16/05/05 - Altera os artigos 6º, 30, 32 e 87 da Lei 9.394/96, com o objetivo de tornar obrigatório o início do ensino fundamental aos seis anos de idade.


Lei Federal nº 11.274, de 06/02/06 - Altera a redação dos artigos 29, 30, 32 e 87 da Lei nº 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6(seis) anos de idade.

Lei Federal nº 11.645, de 10/03/08 - Altera a Lei 9.394/96, modificada pela Lei 10.639/03, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena.

Lei Federal nº 11.494, de 20/06/07 que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB.

Resolução CNE/CEB nº 02/98 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental.

Resolução CNE/CEB nº 01/99 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil.

Resolução CNE/CEB n° 03/99 - Fixa Diretrizes Nacionais para o funcionamento das Escolas Indígenas.

Resolução CNE/CEB nº 01/00 - Estabelece Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos.

Resolução CNE/CEB nº 02/01 - Institui Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica.

Resolução CNE/CP nº 01/04 - Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico - Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.

Resolução CNE/CEB nº 04/09 – Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial. (complementação do edital – DOC – pág.39)


Legislação Municipal

Lei Orgânica do Município de São Paulo - Título VI, Capítulo 1, artigos 200 a 211.


Lei n° 8.989, de 29/10/79- Dispõe sobre o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de São Paulo, artigos 178 e 179.

Lei nº 14.660, de 26/12/07 - Dispõe sobre as alterações das Leis nº 11.229/92, nº 11.434/93 e legislação subsequente, reorganiza o Quadro dos Profissionais de Educação, com as respectivas carreiras, criado pela Lei nº 11.434/93, e consolida o Estatuto do Magistério Público do Município de São Paulo.

Lei 13.304/02 - Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - LIBRAS.

Decreto Municipal nº 45.415, de 18/10/04 - Estabelece Diretrizes para a Política de Atendimento às Crianças, Adolescentes.

Decreto Municipal nº 45.652- dá nova redação ao parágrafo único do artigo 7º do Decreto 45.415/04, que estabelece diretrizes para a Política de Atendimento às Crianças, Adolescentes Jovens e Adultos com Necessidades Educacionais Especiais no Sistema Municipal de Ensino.

Deliberação CME nº 03/06 - Dispõe sobre o Ensino Fundamental de nove anos no Sistema Municipal de Ensino de São Paulo.

Indicação CME nº 07/06, publicada pela Portaria SME nº 2929, de 15/07/08 - Ensino Fundamental de 9 (nove) anos.

BIBLIOGRAFIA ESPECIFICA: TODO MATERIAL RESUMIDO DOS AUTORES, SEGUNDO O EDITAL, DISPONIVÉL AQUI:
http://pt.scribd.com/doc/230467620/CONHECIMENTOS-ESPECIFICOS